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quinta-feira, 24 de novembro de 2011


O  tarado

(Uma  moça  muito  elegante  estar  em  um  ponto  de  ônibus,  num  local  deserto.  De repente  passa uma  freira  toda  apressada,  quase  correndo).

Freira -   Moça?  você  é  nova  aqui  neste  bairro?
Moça -   Sim  eu  sou.
Freira -   Então  você  ainda  não  sabe  o  que  pode  lhe  acontecer  nestes  locais  desertos por  aqui?
Moça -  Ora!  Mas,   o  que   pode  me  acontecer  de  mal? 
Freira -    É,  que  tem  um  homem  andando  a  solta  por  ai,  igual  um  cavalo  desembestado.
Moça -  Sim!  mas  o  que  é  que  eu  tenho  haver  com  isso  minha  senhora?
Freira -  Desculpe  mas  você  ainda  não  entendeu;  É  que  ele  anda  pegando  as  garotinhas  por  ai  e  cráu (faz  um  gesto  com  o  corpo  dando  embigada).
Moça-   Continuo  sem  entender minha  senhora.  O  que  significa  cráu?
Freira-   Vejo  que   você  ainda  é  muito  pura  e  ingênua!  Esse  homem  é  um  tarado  que  anda    atacando  por  ai.
Moça -  Tá  bom!  Mas  eu  não  tenho  medo  disso  não.
Freira -  Mas  cuidado  moça,  ele  não  é  brincadeira.  E  eu  vou-me  já  que  o  padre  me  espera  pra  missa  das  seis.
Moça -  Tarado!  Era  só  o  que  me  faltava,  essas  beatas  tem  cada  uma.
(A  moça  Continua  parada  a  espera  de  condução,  quando  surge  um  homem  agarra-lhe  por  traz,  da-lhe  uma  gravata ).
Homem -   Quietinha   meu  amor!  Se  não  você  vai  se  machucar.
Moça -    Por  favor  moço...pode  levar  o  meu  dinheiro  mas  não  me  mate.
Homem-    Eu  não  quero  seu  dinheiro,  eu  quero  é  outra  coisa,  e  ai  de  você  se  gritar.
Moça -   Mais  eu  não  tenho  mas  nada   moço.
Homem -   Claro  que  tem.  Você  é  uma  coisinha  muito  gostosa,   é  só  ficar  quietinha.
Moça -   Eu  estou  quieta
Homem -    Você  não  sabe  quem  sou  eu?   Eu  sou  o  tarado  aqui  da  área,  já  papei  todas,  e  você  será  aproxima.
Moça -   Então  você  é  o  tarado?  Quase    me   matou  de  susto!  Eu  pensei   que  fosse  um  ladrão,  que  merda  essa,  eu  adoro  um  tarado,  (alisa  o  homem  e  se  joga  em  cima  dele)  ai  vai  ser  hoje! (  rasga-lhe  a  roupa).
Homem - ( Da-lhe  um  tapa ) Vai  de  vagar   que  o  tarado   aqui  sou  eu  sua  piranha.
Moça -   (  se jogando em  cima  dele ) vai  gostoso  me  bate  que  eu  adoro,  bate  forte,  bate,  bate.
Homem -   Calma  ai,  violência  não,  não  é  assim  (tentando  se  soltar).
Moça -  comigo  é  assim  (rasga-lhe  a  calça  e  joga-lhe  no  chão  e  rola.    ele  consegue  se  arrastar  e  se  solta,  sai  correndo  desesperado).
Moça -   Volte  aqui   seu  tarado,  venha  terminar  o  que  você  começou.  A  onde  já  se viu   uma  coisa  dessas  (arrumando  o  cabelo  e  a  roupa)  ora  essa!  Bem  que  minha  mãe  dizia,  não  se  faz  mais  homem  como  antigamente.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dentro  da USP,  o  que menos  tem  é  pobre;  Quem  conhece  o  campus sabe  disso.   Todo  mundo  está  tentando  mudar  o  foco  desse  movimento,  que é  o  uso da  maconha dentro Universidade. Vamos  pra  rua  lutar  para  a  liberação  da  maconha, vamos  carregar um  bandeira  também  para  a  educação pública que  cada  dia  fica  pior, vamos  fazer um  levante contra  a  corrupção  que  virou  ética  e  glamour nesse  país.  Na  verdade  perdemos  o  foco,  e  hum  real  vale  mais  que  uma  vida  que  muitas  vezes  são  trocadas  por  pó.